Porão


Vídeos independentes de quem faz na raça. Skate purinho, por amor.

30.08.2020 Marcel Veleda – Além da Imaginação

Marcel Veleda, de Pelotas/RS, é um skatista que enxerga o ambiente de uma forma pessoal e original. Sem nenhum tipo de patrocínio ou apoio, anda de skate porque ama e continua arquitetando manobras em qualquer lugar, sempre de coração aberto. Além da Imaginação é um vídeo de skate underground feito totalmente de forma “amadora”. Skate por amor!

 

“Quem sou eu não interessa

Como também não interessa

Quem é você, interessa é saber

O que somos”

 

 

Se você tem alguma produção independente pra soltar no mundo, manda pra gente dar uma olhada no e-mail porao@blackmediaskate.com!

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23.08.2020 Du Alvares – Low Pressure Mood

Du Alvares, da crew Low Pressure Family, de Curitiba, filmou essa parte e mandou pra gente soltar aqui! Som bom, skate melhor ainda, personalidade… Tudo que a gente gosta. Tá aí, assista!

 

 

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16.08.2020 Desidério

Lucas Desidério, da crew G7, de Belo Horizonte/MG, teve a ajuda dos amigos, videomakers ou não, pra filmar e finalizar a parte que leva seu sobrenome, que também significa “desejo” em italiano. Desejou, correu atrás e fez!

 

 

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09.08.2020 Prensadelo

Aos finais de semana, o comércio do centro de Floripa fecha, e foi nesses dias que Keone Schauffert pegou sua VX2100 e saiu pra andar de skate e filmar os amigos. O resultado disso é o Prensadelo, que você assiste agora. Caso você esteja se perguntando sobre o nome do vídeo, segundo o próprio Keone: “É a junção de prensado e pesadelo, uma piada interna que sempre usamos aqui em Floripa para nos referir à maconha ruim. Também tem a ver com a paranoia/ansiedade que, às vezes, o pessoal tem depois de fumar”.

 

Mais um vídeo que ganhou vida por causa da pandemia, que forçou a parada das filmagens. Curta de montão.

 

 

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02.08.2020 Interior – O Skate em Carazinho/RS

Quando uma paixão rompe barreiras, chega para ficar. A história do skate de Carazinho/RS é repleta não apenas de paixão. É feita também de muita luta e persistência de uma geração de jovens, para vencer cada dificuldade dentro do esporte. E foram muitas.

 

O documentário “Interior – O Skate em Carazinho/RS”, dirigido por Grael Simões Ferreira, revela, por meio de depoimentos e imagens inspiradoras feitas no interior da cidade, um movimento capaz de transformar completamente a vida de jovens que provavelmente teriam um futuro padrão, comum, mas que descobriram uma nova razão para viver, sonhar, encontrar forças e buscar inspiração para evoluir e superar dificuldades.

 

Com união e muito trabalho, o plano cresceu e a cidade ganhou uma pista, local que entrou para a história da cidade, mesmo ainda não sendo valorizada pelos órgãos públicos. Essa é a história das pessoas que se dedicaram e continuam mantendo o skate vivo, movidas pelo amor.

 

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26.07.2020 Jhow – Osternack Parte – D1LSkateVideo

Jhonatan Ferreira, o Jhow, aprendeu a andar de skate na Vila Osternack, bairro de Curitiba onde também conheceu os caras da D1L, que não param de produzir nunca. Essa parte foi filmada em um mês, acredite se quiser. Vale aqui usar aquele clichê: “guarde esse nome”; o cara é bom.

 

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19.07.2020 Centroside

Depois de ter todas as câmeras roubadas na África em 2019, o skatista profissional Maurício Nava ficou só com o celular no bolso. Comprou uma fisheyezinha pra ele, começou a filmar os amigos, aí se empolgou e resolveu filmar alguns da nova geração de skatistas do RJ, durante seis meses. Pegou as imagens, juntou com algumas outras que já tinha no HD (que não eram de celular), e daí nasceu o Centroside! Cena carioca sempre chegando do jeito certo!

 

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12.07.2020 HandcaMcz – Pedro Lima

Direto de Maceió, o alagoano Pedro Lima arrumou uma Handycam e, com a ajuda dos amigos, filmou uma vídeo parte bem boa. Jogou o material na mão do Fernando Gomes, que tem o projeto .SSALITRE., ele editou e mandou pra gente soltar, junto com fotos que ele fez e uma entrevista rápida com o Pedro, que faz arte fora do skate também. Temos muito orgulho de mostrar esse trampo pra vocês aqui. Pode mergulhar de cabeça:

 

 

Entrevista e fotos por Fernando Gomes:

 

Como foi o processo de filmagem desse vídeo? Quem tava junto contigo filmando e como essa filmadora handycam entrou na história?

Tudo começou quando um amigo próximo, Lucas Souza, comprou uma handycam para filmar nossos rolés. Saíamos para filmar sem pretensão, só colhendo material mesmo por diversão, até que ele se ausentou pra fazer outros corres e a câmera ficou na minha mão. Dei continuidade às filmagens com outro amigo, Thiago Germano, que inclusive também me fortalecia com algumas peças de skate. Continuamos filmando mas, dessa vez, com a ideia de lançar uma parte toda filmada aqui na minha cidade, Maceió. Era algo bem natural e eu também tava envolvido em outros projetos de skate na época, filmávamos quando dava, sem muito compromisso, durante uns 3 anos até eu mostrar esse material pra você em uma das minhas viagens a Salvador e, a partir daí, a parada realmente fluiu e saiu do papel.

 

 

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Pedro Lima. (Fernando Gomes) 

 

Como anda a cena do skate e da arte em Maceió? Existe um diálogo entre esses universos por aí?

A cena do skate e arte vão estar sempre ligadas onde quer que seja, a parada realmente anda de mãos dadas. Aqui em Maceió a gente lida com um certo atraso, mas tem muita gente boa da cena de ambas as partes fazendo acontecer e, geralmente, acabam sendo do mesmo rolé. Tenho um coletivo junto com minha mina que se chama L1vr3 Arte, que é tipo um blog em que somamos com outras pessoas e divulgamos nossos trampos autorais. Também fazemos parte de um outro coletivo/selo chamado Máquina Voadora Label com alguns amigos, voltado mais pra música alagoana. Nós já lançamos alguns discos e fizemos alguns eventos que ajudam a manter a cena viva por aqui. Inclusive, foi graças a esses coletivos que tive a oportunidade de fazer a minha primeira exposição solo chamada Arte Suja, que foi a porta de entrada para outras oportunidades que tive com meus projetos artísticos. A galera do skate também não tá parada, tenho alguns amigos que são fotógrafos e trampam com audiovisual que são do skate, que quando não estão trampando com outras coisas também estão produzindo para a cena aqui das áreas. Ano passado rolou um evento louco por aqui, com a première do vídeo Vera Arruda Life, que retrata o nosso pico DIY que fizemos como extensão de um dos picos clássicos do skate em Maceió, a Praça Vera Arruda. Roubamos a extensão e fizemos alguns obstáculos; hoje a extensão da praça se mantém viva graças aos skatistas que colam todo dia no pico. Se não fosse isso, seria mais uma praça morta e abandonada. Esse evento rolou no bar de um dos nossos amigos do skate e foi foda, levantou a cena novamente! Somos uma crew só que, apesar de não sermos de um lugar que seja o centro de tudo, a galera não deixa de fazer acontecer e faz a parada por puro amor.

 

 

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Bs heelflip. (Fernando Gomes) 

 

Como foi que você começou a produzir seus trampos de arte? Teve algo em especial que te influenciou?

Desde criança tive contato com arte em casa e na escola. Tive a sorte de estudar em uma escola em que eu tinha aulas de artes desde criancinha e isso me influenciou muito, desde cedo. Acredito que o ápice de tudo veio quando comecei a andar de skate; virei um nerd real, olhava sites e vídeos de skate todos os dias e comprava revistas sempre que dava. Percebi que o skate tinha muito a me oferecer além de manobras e as melhores amizades. O contato com a rua e com todos os meios que o skate me apresentava me chamava cada vez mais atenção, comecei a conhecer muitos artistas através das revistas, sites e rolés de skate. Nisso comecei a fazer colagem com as próprias revistas de skate e, com o tempo, fui me envolvendo cada vez mais com as duas coisas que foram seguindo o mesmo fluxo e, consequentemente, evoluindo muito no meu trabalho artístico que foi além do skate, mas que veio por muita influência dele também.

 

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Colagem. (Fernando Gomes)

 

Tem algo em especial do skate que te inspira nas artes e das artes que te inspira a andar de skate?

Com certeza, os dois meios me influenciam muito. Foi como tudo fluiu pra mim desde o início. O skate me mostrou e mostra muita influência artística nos vídeos, revistas, sites… E foi assim que me identifiquei cada vez mais com a arte. O Mind Field, vídeo da Alien Workshop, foi umas das referências mais fodas quando comecei a andar. A trilha sonora, as brisas durante as partes e os skatistas me influenciaram muito. A revista Vista também teve muita influência; ela nem chegava aqui em Maceió, eu olhava tudo pelo site e foi uma das revistas que mais curti acompanhar, sempre tinha umas artes e matérias com pessoas fodas. Tive também muita influência de skatistas aqui do nordeste. Inclusive, as minhas trips a Salvador sempre eram mágicas, sempre me conectei com as melhores pessoas de lá, voltava pra casa cheio de informação na cabeça e soltava tudo produzindo meus trampos. Salvador foi o lugar onde produzi meu primeiro trampo de arte, que foi um zine de colagens manuais chamado L1VR3 lançado num evento na Casa da Look, zine que veio por total influência sua, que já produzia zines e sabia de todas as manhas de como me ajudar a produzir um. As viagens de skate sempre me influenciaram e até hoje influenciam, o skate me tirou de uma bolha e, graças a ele, consigo explorar outros meios, que me fazem ser e fazer o que eu faço hoje.

 

 

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Gap to fastplant. (Fernando Gomes)

 

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05.07.2020 JahJahVideo

Pra movimentar a cena na Baixada Santista, em SP, e retribuir os bons momentos que o skate proporciona, o coletivo Bem JahJah e o videomaker Martin Quintairos fizeram o JahJahVideo, com a skatistaiada local. Mais uma produção independente que mantém o skate vivo por esse Brasilzão afora.

 

 

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28.06.2020 Trinda em PB

Com imagens feitas entre 2012 e 2020, o vídeo de Gustavo Soares mostra várias fases e skatistas que passaram por esse pico já clássico de Floripa. Trinda Times é vida!

 

 

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21.06.2020 Spine – O Coração da Pista

Em 2007, após vários anos lutando por uma pista, a segunda geração de skatistas de Francisco Morato, em São Paulo, conseguiu a atenção da prefeitura, que construiria a primeira skatepark da cidade e uma das maiores da região, com investimento do Governo Federal.

 

A partir daí, a história de várias pistas ao redor do Brasil se repete: projeto mal feito, frustração, obras paralisadas… Foi aí que os skatistas tomaram as rédeas e refizeram praticamente a pista toda, durante uns oito anos, pra tornar o espaço skatável.

 

O spine, última peça dessa luta, simboliza bem todo o trabalho e suor colocados ali pela comunidade da região. Tudo registrado pelo filmmaker Walter Albertin e equipe. Skate é isso!

 

 

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14.06.2020 Sagüi

Sagüi é um macaco cuja população proliferou no Brasil. Enquanto alguns odeiam seus hábitos, eles, na verdade, são os que mais se divertem, roubando coisas e fazendo cocô em tudo que é lugar.

 

Os videomakers Theo Andrada e Leo Fonseca documentaram uma galera do Rio de Janeiro que nunca teve muito espaço na cena, além de alguns amigos europeus, e mandaram pra gente mostrar pra vocês! Segura aí o Sagüi!

 

 

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07.06.2020 Mateus Toco – VP2020

De Criciúma – SC, Mateus Toco solta sua VP2020, que imaginamos que signifique Vídeo Parte 2020. Mais uma produção independente, dessa vez chegando do sul do Brasa!

 

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31.05.2020 Inquest

Mais uma produção independente saindo do Porão! Inquest é um vídeo do goiano Gabriel Bagata, produzido entre 2016 e 2018, com sua VX comprada do Bruno Arruda – aquela velha rede de compra e venda do skate nacional. O vídeo foi todo filmado em Goiás e tem partes de Leonardo Amorim, Frederico Rodrigues, Yago Gomes, Murilo Gomes, Lucas Ramos e Ythalo Portela. Mais uma direto de Goiânia… Ô lugar!

 

 

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24.05.2020 Jean Santos e Ricardo Bure – Keep It Real

Vídeo parte de Jean Santos e Ricardo Bure, filmada em vários picos de São Paulo e Barcelona. Rua pura!

 

 

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17.05.2020 I´m Leão – Elvis Rafael

Domingo é dia de Porão, e hoje é dia de vídeo parte! Elvis Rafael, também conhecido como Leão, soltando as tricks pela Switch Skate Shop, de Ribeirão Preto – SP. Segura!

 

 

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10.05.2020 Low Tech

O fotógrafo e videomaker João Coelho gravou o Low Tech entre 2017 e 2019, em RJ e SP, com os amigos. Além de filmar, ele também editou e compôs a trilha; produção independente do jeito mais independente possível. Ele mandou pra gente, e a gente mostra agora pra vocês.

 

 

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