21.06.2019 Treinos Vans Park Series 2019

“Sexta-feira de treinos é o melhor momento pra fazer fotos no Vans Parks Series. Todo mundo cola alguma hora pra andar, dá pra circular e se posicionar mais de boa pela plataforma, e os skatistas estão mais tranquilos para fotografar, trocar uma ideia, mandar uma manobra de novo, coisas desse tipo. E foi isso que eu fiz hoje, fotografei o dia inteiro. As mulheres andaram de manhã e depois do almoço foi a vez dos caras. Esse é só o começo do Vans Park Series 2019 em São Paulo, fica ligeiro no instagram da Black Media pra acompanhar a programação, resultados, fotos e vídeos em primeira mão.”

 

Texto e fotos por Marcelo Mug

 

 

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17.06.2019 O último dia do Vale

Ontem, dia 16 de junho, foi o último dia do Vale do Anhangabaú como conhecemos desde 1991. O lugar sempre foi peça importante na história da cidade e do país (Diretas Já, pra ficar no maior exemplo), mas foi o skate que realizou o velório. Os skatistas adotaram o espaço e foram os últimos a pisar, comer, deitar, gritar, a encostar no mármore, a efetivamente usar o espaço. Segundo Murilo Romão, que foi o cara que movimentou todo mundo pra que esse fim fosse algum tipo de novo começo, foi uma despedida triste e feliz ao mesmo tempo: “Vai morrer um Vale, mas vai nascer outro. Transplante de coração”.

 

texto por Felipe Minozzi (Fel) | fotos por Moisa

 

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30.05.2019 Zonzo – Flanantes

O mais novo vídeo dos Flanantes é o Zonzo, e tem tudo que você espera: muito skate, muitos skatistas, muito pico legal, trilha sonora das boas… O vídeo tá no final desse post. Pra lançar do jeito certo, convidamos Murilo Romão e o fotógrafo Moisa (a.k.a. Constantine) pra trocar uma ideia sobre como foi realizar esse projeto. Também pedimos pro Moisa mandar aquele WeTransfer recheado de fotos feitas durante as sessões pro vídeo. Confira tudo abaixo:

 

entrevista por Felipe Minozzi e Marcelo Mug | fotos por Moisa

 

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26.03.2019 Guia de Skate para a Mídia Tradicional

Eu quero ajudar. De coração. Sei que o skate na TV aberta e nos grandes portais já é um caminho sem volta, não vejo problema nisso. Só quero ajudar a não ficar tão ridículo, a trazer as transmissões e matérias da grande mídia pra mais perto da realidade de quem anda de skate. Não vou pedir coisa muito difícil, como chamar skatista de skatista e não de atleta. Eu sei que isso nenhuma mídia tradicional vai conseguir, está impregnado nas entranhas das mídias de esporte. Tudo bem, essa passa. Mas tem coisa que dá pra mudar. Eu sei que vocês conseguem.

 

texto por Felipe Minozzi (Fel) / arte por Marcio Moreno

 

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Neymares e Messis
A fórmula que a mídia tradicional tem pra mostrar que alguém é bom é simples: uma comparação cretina. É o Neymar do skate, o Messi das rodinhas, o Ayrton Senna das manobras. Só vejo dois motivos pra isso: ou é preguiça de pesquisar pra conseguir libertar-se das comparações infantis, ou ele assume que seus leitores são um bando de macacos adestrados que não entenderiam algo que não tenha relação com o futebol. Fica a pergunta: seria Ronaldo o John Cardiel do futebol? Antwuan Dixon o Adriano Imperador?

 

Skate for dummies
A pior coisa ao apresentar algo novo é tratar o leitor/telespectador como um burro completo. Do mesmo jeito que você não pode falar com uma criança de cinco anos como se ela fosse uma completa idiota, você não deve assumir que seu público, seja qual for, é burro demais pra entender algo novo. Coloca um “hardflip” no texto e deixa os interessados irem atrás de saber o que é, não precisa explicar o movimento do skate, do pé. Assim você estraga tudo, fica chato e horrível. Fala na transmissão da TV que o cara é “regular” ou “goofy” e deixa por isso mesmo. Ou explica uma vez e pronto, não toda vez. Faz bem, desperta a curiosidade. Porra, eu aprendi o que eu sei sobre skate sem internet, andando nas escadinhas do McDonald´s, nas ruazinhas do bairro com mais dois amigos, perguntando e andando, vendo revista de skate, e você quer ficar passando a mão na cabeça de pessoas que tem o Google no celular? Hoje é muito mais fácil! Explicar o necessário faz bem, mas tratar como imbecil é ofensivo, vergonhoso. E se você é skatista e é convidado pra comentar na TV, não aja como um completo debilóide, explicando a física de cada manobra e claramente tentando ao máximo não usar as gírias do skate. Eu sei que eles pedem, mas tenta dar uma segurada. É bem ridículo e todo mundo, inclusive seus amigos, dão risada da sua cara. Mas só se der; se não der, vai na sua: “Oh yeah, insaaaano! Incrível o nosegrind, só com o eixo da frente, Galvão!”. Estaremos todos aqui tirando uma da sua cara.

 

O melhor skatista do mundo
Atenção, Globo Esporte: isso não existe. É impossível dar esse título pra um(a) skatista só, e não são vocês que vão conseguir. Quem é melhor, Daewon Song ou Aaron Jaws? Danny Way ou Quim Cardona? Mike Vallely ou Guy Mariano? A maioria das métricas do mundo real não se aplica ao skate. O skate não tem muita matemática, é arte. Usain Bolt é o homem mais rápido do mundo? Sim, você olha pro cronômetro no fim da corrida e tem a confirmação. Talvez você consiga definir quem é o skatista mais rápido do mundo, mas isso vai fazer tanta diferença quanto a volta da éS. Não se mede a qualidade do skate de alguém desse jeito. Eu sei que é difícil entender, mas a beleza é essa. Se vocês tentarem com vontade, fizerem bastante força, um dia vão entender que é mais legal assim: aproveitar as diferenças e nuances de cada pessoa que sobe num skate. Resumindo, pra reforçar: não existe o melhor skatista do mundo. NÃO EXISTE. Parem.

 

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Em quanto tempo será que teremos o primeiro skatista com comemoração personalizada? Tenho medo de já termos e eu não estar lembrando.

 

Skate na rua
Essa talvez seja a mais difícil de explicar pra quem não anda. Algumas matérias dos últimos anos, noticiando a inauguração de pistas públicas, afirmavam que, agora, os skatistas não precisariam mais andar na rua por falta de lugares próprios. O skate não está na rua por falta de opção. A opção é a rua. As pistas, quando bem feitas, são legais, necessárias, sempre bem-vindas. Mas elas não vão tirar o skate da rua. Na melhor das hipóteses, vão melhorar as manobras dadas na rua. Se esquecermos que cimento e pedra são feitos por mãos humanas, poderíamos dizer que a rua é o “habitat natural” do skate. A pista é um ponto de encontro; é o zoológico, não a selva. Eu sei que dói pensar em dividir o espaço com pessoas que passam por você a milhão, rindo, curtindo a cidade, mas é a vida. Nem todo mundo usa as ruas só como caminho do ponto A pro ponto B.

 

Skatista x skatista
Apesar de já haver sinais contrários (como uma cena ridícula que vi esses dias no Street League feminino), vejo o skate como o último reduto da competição saudável. Ainda promove disputas amigáveis, onde um skatista comemora quando o “adversário” acerta a manobra. Por favor, mídia tradicional, não tentem criar uma babaquice nos moldes Brasil X Argentina dentro do skate. Deixa a gente torcer pro acerto, é mais legal que torcer pro erro ou pra um indivíduo só. Eu sei que vocês precisam ter um vencedor pra poder entrevistar, puxar o saco, criar um herói pros leigos, mas vai na minha que dá certo. Obrigado.

 

O campeão do mundo
Essa é difícil também. Sempre que o entrevistado tem um troféu na estante, a mídia tradicional transforma aquilo em sua principal conquista, no carimbo de legitimidade, e repete quantas vezes puder. Mas qual é o campeonato mundial? Street League? Park Series? Oi Bowl Jam? Münster? Se a Black Media fizer um campeonato e chamar 15 brasileiros, dois americanos e dois europeus, podemos considerar o vencedor campeão mundial? O Black Media World Cup Open Pro? Vou reforçar, porque eu sei que é difícil pra vocês entenderem: a competição é só uma das faces do skate, e não é a mais importante. Posso usar um exemplo, pra facilitar: é como se fosse mais legal ver o Edilson, em 1999, fazendo embaixadinha contra o Palmeiras, do que vê-lo ganhando o jogo. Eu sei, eu sei… Tá doendo a cabeça, mas eu sei que você consegue entender.

 

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Gírias e termos
“A vibração da galera”, “fera das manobras”, “show de skate”… Não queria ser eu o responsável por dar essa notícia, mas nem quem não anda de skate acha esses termos legais. Vocês estão passando vergonha com os skatistas e com os leigos, não estão sendo descolados, xóvens. Tá mais pro Boça querendo se enturmar. Veja bem, não quero que vocês comecem a falar que “o pai é rua”, “ele tá bem jahjah”, “tá cas trick no pé”, “o ganha pão tá em dia”. Jamais pediria isso pro tiozão que quer ser legal. Mas convidar um skatista que não seja um completo bobão e dar liberdade pra ele já é um começo: “Olha, fala do jeito que você fala no seu dia-a-dia, evite palavrões, mas aja o mais natural possível. Vai lá”. Talvez melhore. Talvez piore, dependendo de quem vocês chamarem. Mas é preciso tentar alguma coisa, porque os níveis de vergonha alheia estão atingindo picos nunca vistos. É isso, espero ter ajudado. Tomara que eu não precise fazer a parte 2.

 

texto por Felipe Minozzi (Fel) / arte por Marcio Moreno

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24.08.2018 Como será o skate nas Olimpíadas?

O skate vai ter uniforme nas Olimpíadas? E o doping? Quem vai escolher os skatistas que vão competir? Goste ou não goste, o skate estará nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020 (faltam menos de dois anos!). A discussão hoje não é essa. Gostando ou não, se você vive o skate de alguma forma, acho importante conhecer as normas que vão reger o skate no maior evento esportivo do planeta, seja pra se informar ou falar mal, mas com embasamento. Já tinha pensado em fazer um guia desse tipo, mas nunca tomei a coragem pra afundar a cabeça em pesquisas enfadonhas cheia de termos técnicos.

 

Eis que surgem nossos manos da Jenkem, um dos sites de skate mais formidáveis dos EUA. Eles fizeram a pesquisa, falaram com o Josh Friedberg (diretor de skate da World Skate), montaram o texto, e eu só tive o trabalho de traduzir e adicionar informações relevantes aos brasileiros. Pedi pro meu mano Marcio Moreno fazer algumas ilustrações e aqui está, um guia do skate nas Olimpíadas com várias coisas que tenho certeza que você não sabia.

 

texto por Josh Friedberg e Larry Lanza (Jenkem)

introdução, tradução, adaptação e informações adicionais por Felipe Minozzi (Fel)

ilustrações por Marcio Moreno

 

Black Mind - Olimpíadas

 

FORMATOS
Street – Masculino e Feminino
Park – Masculino e Feminino

 

DATAS
A cerimônia de abertura das Olimpíadas está marcada para 24 de julho de 2020, uma sexta-feira. O street masculino acontece no sábado, 25 de julho. O street feminino acontece no domingo, 26 de julho. O park feminino em 4 de agosto e o park masculino em 5 de agosto.

 

PISTAS
Depois de analisar três concorrentes, o Comitê Organizacional de Tóquio escolheu a California Skateparks para desenhar e construir as pistas para os Jogos Olímpicos.

 

QUEM ESTÁ NO COMANDO?

A World Skate. A ISF (Federação Internacional de Skate) e a FIRS (Federation of Roller Sports) uniram-se, mudaram algumas coisas no estatuto e formaram a World Skate em setembro de 2017. No ano passado, a World Skate entrou com o pedido de qualificação ao Comitê Olímpico Internacional. No Brasil, a CBSk é a representante nacional oficial nas Olimpíadas, filiada à World Skate.

 

QUALIFICATÓRIAS
Os skatistas vão poder pontuar durante duas temporadas de eventos. Os eventos oficiais serão anunciados ainda em 2018. Serão eventos profissionais e regionais (nacionais e continentais), para que ninguém fique de fora.

A temporada de 2019 vai de 1º de janeiro de 2019 a 15 de setembro de 2019. A segunda temporada começa em 16 de setembro de 2019 e vai até 31 de maio de 2020. Eles vão pegar as três maiores pontuações da temporada de 2019, as seis maiores da temporada de 2020, e somá-las.

Black Mind - Olimpíadas

ONDE PODEREI ASSISTIR?

Como todos os anos, no Brasil as Olímpiadas serão transmitidas pela TV aberta. A Globo tem os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos até 2032, o mais longo acordo por direitos já negociados pela empresa.

 

QUEM ESCOLHE OS SKATISTAS?

Algumas federações, como a CBSk aqui no Brasil, já anunciaram uma seleção nacional. Isso não significa que esses são os skatistas que estarão nas Olimpíadas de Tóquio, mas eles já ganham incentivos do governo, inclusive monetário, para treinarem. No caso dos Estados Unidos, apesar de ser o maior mercado de skate do mundo, o governo não financia nenhum time Olímpico. No Brasil, atualmente, a Seleção Brasileira é composta por:

 

Street Masculino – Kelvin Hoefler, Luan Oliveira, Tiago Lemos e Felipe Gustavo.
Street Feminino – Vitória Mendonça, Pâmela Rosa, Monica Torres e Gabriela Mazetto.
Park Masculino – Pedro Barros, Luiz Francisco, Murilo Peres e Ítalo Peñarrubia.
Park Feminino – Yndiara Asp, Dora Varella, Isadora Pacheco e Camila Borges.

 

E OS TÉCNICOS?
Normalmente, a posição mais próxima de um técnico que os skatistas tem, pelo menos até hoje, são os team managers ou videomakers que agem como mentores e ajudam na carreira. Hoje em dia, vários dos maiores skatistas do mundo tem agentes, treinadores, entre outras coisas. Países menos desenvolvidos no skate já estão procurando técnicos (técnicos mesmo) pra dar um gás a mais na evolução dos skatistas. As únicas pessoas presentes na pista durante a competição serão os próprios skatistas.

 

COMPETIDORES
Serão 20 skatistas em cada competição. Não pode haver mais de três (3) skatistas de cada país por competição (park masculino, park feminino, street masculino e street feminino). Mesmo se sua pontuação estiver perto dos primeiros lugares do país, não importa. Serão apenas três.

 

Nenhum país precisa ter, obrigatoriamente, skatistas na competição, exceto o Japão, por ser o país sede em 2020. No entanto, é obrigatório haver pelo menos um (1) skatista de cada um dos cinco continentes. Se entre os 20 melhores não houver pelo menos um skatista de determinado continente, o vigésimo lugar será removido e o dono da melhor pontuação desse continente tomará o seu lugar, não importando sua posição no ranking geral.

 

JULGAMENTO

Os juízes dos eventos qualificatórios para as Olimpíadas serão fornecidos e certificados pela World Skate. Muitos dos principais juízes de hoje já são parte do leque de juízes certificados pela entidade.

 

O processo de certificação está programado para começar nos próximos 60 dias. O que se sabe até agora é que, nos eventos internacionais, atuarão cinco juízes e um juiz principal, o famoso Head Judge.

 

Em 2018, a World Skate passou quatro dias na China fazendo um Workshop de Comissão de Julgamento de Skate Internacional, com 17 skatistas de 11 países, num esforço para garantir que a forma de julgamento continue a apoiar o crescimento do skate na base da “evolução antes da perfeição”. Entre os critérios estão a dificuldade das manobras, uso da pista, estilo e fluidez na volta. Você encontra mais informações sobre os critérios de julgamento da entidade aqui.

 

Black Mind - Olimpíadas

DOPING
A WADA (Agência Mundial Antidoping) proíbe certas drogas. Os testes são realizados duas vezes – na competição e fora da competição. A lista completa de substâncias proibidas está aqui. Os skatistas podem consultar o status de qualquer substância ou remédio que eles tomam aqui (no caso dos brasileiros, aqui). Caso o teste dê positivo, a responsabilidade é 100% do skatista.

 

A maioria das substâncias inaladas são proibidas. Suplementos são complicados por não serem aprovados pela FDA (a agência norte-americana que controla alimentos e drogas), podendo conter literalmente qualquer coisa – um suplementos muito popular há alguns anos continha metanfetamina. Quanto à maconha, o CBD (ou canabidiol) não está proibido mas, por não ser controlado pela FDA, pode conter THC, que é proibido. Drogas recreativas como álcool e maconha são proibidas apenas durante a competição, mas os skatistas devem prestar atenção no tempo que a substância fica no organismo, o que varia de pessoa pra pessoa.

 

A USADA (Agência Anti-Doping dos Estados Unidos) deve reportar qualquer acontecimento em seu site. Ainda não há skatistas nessa lista.

 

Recentemente, skatistas brasileiros foram pegos no teste de doping realizado pela ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) no Oi Park Jam, em janeiro deste ano. Na época, a CBSk afirmou não acreditar que haveria punição. Leia mais sobre o caso aqui.

 

AFILIAÇÃO AO STREET LEAGUE
Junto ao SLS e ao Campeonato Mundial, existem outros eventos “pro tour”, que serão definidos como qualificatórias até 2022. A World Skate está trabalhando num acordo para uma série de eventos de park que seja o equivalente ao SLS e as qualificatórias pro street. Vans Park Series, talvez? Ainda não foi definido.

 

Todas as federações nacionais afiliadas à World Skate também vão realizar um Campeonato Nacional todo ano. Haverá campeonatos continentais de park em todos os continentes a partir de 2019. Esses eventos permitirão que skatistas que não tem condição de sair do país tenham uma chance de participar e pontuar.

 

Também teremos eventos Cinco Estrelas, que serão as competições profissionais. Serão até três de cada modalidade (park e street) por ano.

 

E O VERTICAL? E O LONGBOARD?
Street e Park são as principais e maiores modalidades de skate ao redor do mundo. Não há mulheres o suficiente com nível internacional em países menos desenvolvidos no skate e, como os eventos de Tóquio serão realizados com base na igualdade de gênero, foram escolhidos as modalidades com mais skatistas ao redor do mundo. A World Skate espera acrescentar modalidades no futuro.

 

LIMITE DE IDADE
Não há idade mínima ou máxima para os skatistas olimpícos. Geralmente, a idade mínima é estabelecida para proteger atletas de machucados e contusões. Se você é um skatista talentoso o suficiente pra se classificar para as Olimpíadas, deve ser capaz de suportar os riscos que qualquer skatista, de qualquer idade, enfrenta.

Black Mind - OlimpíadasUNIFORME

Roupas e acessórios usados pelos skatistas em Tóquio ficam a cargo dos Comitês Olímpicos Nacionais de cada país.

 

Os skatistas não poderão usar roupas de seus patrocinadores durante os Jogos Olímpicos ou outros eventos em que representem seu país, como Jogos Panamericanos ou Jogos Olímpicos da Juventude. Eles continuarão podendo usar as roupas dos patrocinadores em eventos comuns, como Street League, Vans Park Series, Dew Tour, X Games, e os Campeonatos Mundiais e Continentais.

 

Roupas e equipamentos também precisam seguir as 50 regras do COI que especifica, entre outras coisas, tamanho e posicionamento de logos, e o que é considerado “equipamento esportivo”.

Os skates e tênis são classificados como equipamentos esportivos. Isso significa que os skatistas poderão usar os tênis, shapes, trucks, rodas, rolamentos e lixas de seus patrocinadores nas Olimpíadas, contanto que eles estejam disponíveis no mercado para compra há pelo menos seis meses antes dos Jogos.

 

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texto por Josh Friedberg e Larry Lanza (Jenkem)

introdução, tradução, adaptação e informações adicionais por Felipe Minozzi (Fel)

ilustrações por Marcio Moreno

Artigo original

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31.07.2018 50 anos do Daniel Kim

Daniel Kim comemora meio século de vida com uma bela pool session ao lado dos seus melhores amigos, regada a muita cerveja e pizza. E ainda teve um cascalho oferecido pela Vans pra premiar as melhores manobras da sessão. Respeita a lenda!

 

 

 

 

Se liga nas fotos da sessão clicadas por Marcelo Mug.

 

 

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D.K. 5.0.

 

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Grindón de front.

 

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Mureta chegou chegante: tailblock.

 

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Bitão colou de grindón.

 

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Esse sabe muito. Danielzinho Arnoni, ollie de front.

 

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Kim’s classic: smithão de front.

 

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Pinguim gosta de uma transição: mayday.

 

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Salve Dora!

 

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Rock de front. O patrôs se derrete.

 

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Kim olhando Kim.

 

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Big Head.

 

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Bitão levou o best shirt.

 

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Cheers!

 

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Biano também colou. Mayday grind no skills.

 

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Ricardo Dexter veio pra andar…

 

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pra pegar uma grana…

 

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e dar um abraço no seu parça.

 

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Kim, bs smith na única pista da América Latina com palmeiras imperiais de fundo.

 

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Back tail by Bitão.

 

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Rendeu uma onça.

 

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Biano, fakie croquete passando o assento do amor.

 

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O verdadeiro faz-me-rir.

 

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Mauro, backside boneless com o skate do Noveline.

 

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Outro ângulo, sem cor.

 

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99,99999999% de toda a humanidade nunca vai dar um judo air na vida. Mauro é exceção.

 

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Cem tá suave, mas merecia uns trezentão.

 

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Parece que alguém andou o dia inteiro sem parar. Kim, feebeta passando o love seat.

 

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Dim pro Kim.

 

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Style for miles.

 

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Cinquentão e felizão. Parabéns Kim!

 

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03.07.2018 Sandro Bertolucci

Com tanta gente de fora querendo um pedaço do skate, é cada vez mais difícil achar no Brasil um dono de marca que realmente ande e entenda de skate. Eis que surge Sandro Bertolucci, um cara que, além de entender, também anda muito. Em pouquíssimo tempo e de forma natural, rendeu as fotos dessa entrevista, sem nenhum esforço sobrenatural. Coisa que muito amador “do corre” não consegue fazer. Conheça um pouco das ideias dele e entenda porque ele é mais que “o Sandro da Blaze”.

 

introdução por Caetano Oliveira | entrevista por Caetano e Fel

 

Black View - Sandro Betolucci

Foto: Rodrigo de Andrade 

 

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08.06.2018 Caetano Oliveira Pt.4

Mais um post com algumas sequências tiradas à força da máquina fotográfica do digníssimo Caetano Oliveira.

 

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Julian Kimura, flip to no comply.

 

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05.06.2018 Vans Park Series 2018 – São Paulo

Pelo segundo ano, fui convidado pela Vans para fotografar o VPS aqui no Brasil. Desta vez, foram três dias internados no Parque Cândido Portinari, clicando tudo o que aparecia na minha frente: retratos, manobras, pôr do sol, público, pódio. Mas aqui para esse Black Room especial resolvi fazer um select só com as melhores fotos de ação, só manobra mesmo, nada de encheção de linguiça.

 

Texto e fotos: Marcelo Mug

 

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8442 Miguel Oliveira nos treinos de quinta.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8444Pedro.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8460Nora Vasconcelos, backside air.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8192Ivan Federico treinando os flips e grabs.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8334 Corey Juneau.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8430 Sr. Peres, nosebone transfer.

 

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8503 Yndiara Asp finalizando a sessão de quinta.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8516Dora Varela acordou cedo na sexta. Lien to tail.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-8535Victoria Bassi, smithão no fundo com 10 anos na cara.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9021 Leticia Gonçalves, smithão de back.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9040Sakura Yosozumi.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9058 Jordan Santana.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9153 Felipe Foguinho.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9227 Luizinho e a manobra mais fotografada durante todo o VPS São Paulo.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9327 Federico continua flipando e grabando. Flip body jar.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9342 Pedro voando.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9354 Pedro escorregando.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9363 Chris Russell voando por cima do maior love seat do Brasil.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9395 Nicole Hause começou o sábado assim.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9500De outro ângulo pra você ter noção da altura.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9396 Nicole fritou.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9406 Lizzie Armanto também colou.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9409 Yndiara Asp, smithão de back versão fisheye.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9688Yndiara Asp, smithão de back versão tele.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9397 Brighton Zeuner no kit.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9511 Nora Vasconcelos, rockslide in.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9537 Yndiara, fast plant.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-0055Virtual x real.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-0068Acredite ou não ele voltou essa ai: boneless varial.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9723 Chris Russell.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9763 Vi Kakinho.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9767 Murilo Peres noseboneando.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9781 Roman Pabich.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9782Tom Schaar, flip stalefish.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9822 Tom Schaar ganhou fazendo umas paradas dessas.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9831 Oskar Rozemberg, bs 360 nose grab.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9979 Ivan Federico, transfer sugarcane.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9981Tristan Reine, bs nosegrind.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9809Chris Russel, bs air disaster.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9816Cory Juneau e os rockão de front mais extensos do planeta.

 

VPS_SP_BlackRoom_byMarceloMug_-9821Pedro Barros pra fechar em grande estilo.

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25.05.2018 Primeira sessão da Vans Skatepark São Paulo

Nós colamos na primeiríssima sessão da Vans Skatepark São Paulo, que será oficialmente inaugurada no Vans Park Series, que rola nos dias 1 e 2 de junho.

 

Se liga nas primeiras fotos do pico, se prepare para chegar junto no VPS e já vai sonhando com as linhas. Não precisamos nem falar que a pista está cabulosa.

 

Fotos: Marcelo Mug 

 

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19.01.2018 Not Landed – Parte 3

Chegamos à terceira edição da Not Landed, série que mostra as fotos que ficaram armazenadas em nosso HD porque o skatista acabou não voltando a manobra. Nem sempre existe um motivo especial, mas estou aqui pra contar como foi a sessão e as dificuldades que rolaram.

 

texto e fotos por Caetano Oliveira

 

Diego Wanks - Ollie - Not Landed 3

Diego Wanks, ollie.

 

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17.01.2018 Por onde anda Chris Haslam?

Alguns skatistas dão a cara pra marca, e alguns são definidos por elas. Chris Haslam, no entanto, é um pouco dos dois. Esteve na Almost desde seu começo, e sua seleção de manobras divertidas-técnicas-cabreiras no Round 3 e Cheese and Crackers tornaram-se uma assinatura tanto pra ele quanto pra Almost. A marca solidificou sua imagem com as artes nunca tão sérias e skate absurdo de caras como Daewon Song e Rodney Mullen, mas Chris estava no coração de tudo. Então, quando Chris deixou seus dois principais patrocinadores, Almost e Globe, me perguntei pra onde ele iria. Ele era tão ligado a essas marcas que era difícil imaginar ele em qualquer outra marca. Eu via seus posts ocasionais de Barcelona no Instagram, mas nada de novos patrocinadores. Depois de alguns meses sem notícias, o procurei pra saber o que ele vai fazer da carreira. Falando de skate, o futuro do Chris é tão embaraçado quanto sua barba.

 

Intro e entrevista por Larry Lanza (Jenkem) / tradução por Felipe Minozzi

 

Chris Haslam (reprodução Jenkem/Dwindle)

Foto: reprodução Jenkem / Dwindle 

 

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16.12.2017 Blanks Co – Burger, Friends, Beer & Skateboard

A Blanks Co recebe um bando de loucos para um dia de muito skate, burgers, cerveja e amigos. Com participação de Klaus Bohms, Marcelo Formiga, Gian Naccarato, Murilo Peres, Paulo Barata e amigos.

 

 

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01.09.2017 House of Vans 2017 e Oxigênio Festival

A House of Vans rolou pelo segundo ano consecutivo em São Paulo, só que desta vez dentro do Oxigênio Festival, o maior festival de hardcore do Brasil. Foram mais de vinte bandas em dois dias, demo com o time da Vans na minirampa, live painting e mais uma porrada de coisas acontecendo ao mesmo tempo. As fotos abaixo resumem bem a insanidade que foi o final de semana.

 

Fotos: Marcelo Mug e Ju Evagelidis

 

 

VansOxigenio_dia1__MG_0412_byMugeJuVamos iniciar os trabalhos com uma bela cotovelada na nuca.

 

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23.06.2017 Fábio Bitão – [o]92ateoinfinito

Com mais de 25 anos de skate e fotografia nas costas, Fábio Bitão resolveu juntar algumas fotos pra contar essa história em mais um livro, o [o]92ateoinfinito. Com o lançamento programado pro próximo sábado (24), pedimos pra ele mandar algumas fotos do projeto e contar um pouco de cada uma, pra você sentir o peso histórico que esse cara carrega e, obviamente, fazer você comprar o livro pra ver tudo!

 

introdução por Felipe Minozzi (Fel) / fotos e texto por Fábio Bitão

 

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21.06.2017 A Carta de 1988

Sempre que vou ao banheiro ter um momento de contemplação, levo alguma coisa pra ler. Esses dias, levei uma Thrasher antigona que tenho aqui em casa, edição de novembro de 1988. Nem capa tem mais. Por algum motivo obscuro, estava lendo as cartas dos leitores e me deparei com essa, a maior da edição, escrita pelo Paul deParrie, de Oregon, skatista dos anos 60.

 

Apesar de soar bem conservador, as reclamações dele e o modo como ele enxergava o skate na época formaram, na minha mente, um paralelo automático com os dias de hoje. Ainda reclamamos do não reconhecimento da sociedade, precisamos de mais pistas, somos incompreendidos e vistos como uma sub-categoria de cidadãos. Mesmo estando no Brasil e a carta sendo de um norte-americano, essas são realidades quase universais.

 

Não vou nem dizer se concordo ou não com o que o cara escreveu; o fato é que se passaram praticamente 30 anos e a carta dele continua atual. Lembre-se: era 1988! Será que eram problemas de época? Será que a idade muda tudo? O skate precisa mudar e se adaptar? Vamos discutir isso nos comentários.

 

introdução por Felipe Minozzi (Fel)

 

Carta - Thrasher - 1988 - 01

 

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17.05.2017 Lançamento do Nike SB Blazer Vapor

No dia 16/05 (também conhecido como ontem), a Nike SB fez, em São Paulo, o lançamento do novo tênis da marca, o Blazer Vapor. Pra isso, convidou um monte de gente pra testar o boot na pista do Brasil Skate Camp e, mais importante, comer pizza até não aguentar mais. Com as mãos engorduradas, conseguimos tirar várias fotos e agora você confere como foi o rolê.

 

Fotos por Marcelo Mug e Caetano Oliveira

 

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Resumo do dia: muita pizza e muito tênis.

 

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